sábado, 17 de agosto de 2013

A VELHICE

 

A velhice significa o auge da dignidade humana, pois o espírito não envelhece e sim se torna mais experiente, sábio e lúcido. A velhice do espírito é a experiência que vem acumulando por diversas encarnações, por diversos milênios de história. Quando reencarnamos, a cada dia, o nosso corpo envelhece, afinal é o desgaste natural das coisas materiais. A velhice é a fase de glórias em nossa vida, um misto de esperanças por saber que nossa luta não é em vão e, ao mesmo tempo, receios por estarmos chegando próximos ao encerramento de nossa matéria.

A felicidade na velhice acontece quando olhamos a nossa história e temos a paz de consciência, a paz interior por nunca ter prejudicado alguém, ter sido sempre leal e honesto com as pessoas, ter desejado sempre o bem em todo o nosso caminho existencial sem culpas, sem mágoas, sem rancores e sim somente a lei do amor, da misericórdia, da compaixão, da caridade presentes em nosso coração.

Felizes os que conseguiram passar por esta vida com honra, com consciência, com amor sem que ninguém o acuse de nada. Este é o maior tesouro, o que o leva feliz à pátria espiritual, é o tesouro que nada danifica.

O maior bem que devemos aspirar é a pura tranquilidade do espírito, este é o sinal seguro de que cumprimos as obrigações as quais assumimos com comprometimento ao mergulharmos junto aos fluidos do corpo material. Portanto, minha gente, a velhice nada mais é do que a idade da sabedoria, que, por sua vez, é a fonte da eterna juventude de seu espírito! Viva a velhice! Viva a paz de espírito e a sabedoria de alma! (Postado por Márcia Fernandes ).

http://blog.marciafernandes.com.br/

terça-feira, 13 de agosto de 2013

A DOENÇA DE ALZHEIMER, O CUIDADOR E AS RELAÇÕES FAMILIARES: ASPECTOS SOCIAIS E EMOCIONAIS


A Doença de Alzheimer (D.A.) tem sua maior incidência em pessoas acima dos 65 anos de idade e, com o impacto do diagnóstico, as famílias se deparam com questões que abalam a auto-estima, a segurança e a esperança. Além de recursos médicos para o diagnóstico e tratamento da D. A., a família precisará contar com pessoas da comunidade para ajudar o portador num momento de dificuldade.

Na fase inicial da doença, o portador ainda possui autonomia para sair só, mas em algum momento ele irá perder a referência mesmo de ruas antes muito conhecidas, por isso é necessário que a notícia ultrapasse as barreiras de casa para que o porteiro, o carteiro ou mesmo o dono da banca de jornal possa auxiliar o portador a retornar à sua casa no caso dele se perder. Esta expansão para além do núcleo familiar diminui a solidão e o isolamento, podendo oferecer subsídios para o enfrentamento durante o processo de desenvolvimento da doença. Muitas famílias identificam o paciente com seus dados pessoais e o diagnóstico (roupas, objetos pessoais), para que ele possa receber ajuda em caso de necessidade.

Com a evolução da doença, os pacientes correm mais riscos ao saírem sozinhos, motivo pelo qual permanecem mais tempo em casa. O espaço íntimo que antes oferecia segurança, agora necessita de modificações estruturais como grades nas janelas, retiradas das chaves das portas e portões, corrimão nas escadas, medidas que auxiliem na prevenção de possíveis acidentes.

Analisando as relações familiares, observamos que todos os membros da família são afetados pela D.A., por mais distantes que estejam geograficamente, devido a enorme demanda de reestruturação e cuidado que o portador despende ao longo do desenvolvimento da doença. O cuidador, muitas vezes, tem que lidar com o medo, a insegurança, a intromissão e a rejeição vinda de outros membros da família que, de uma forma ou de outra estão envolvidos com o portador. O relacionamento conjugal entra em desequilíbrio. A relação com os filhos e netos fica mais vulnerável a discussões.

A impaciência e a intolerância diante de atitudes incoerentes do doente são algumas das dificuldades mais comuns que observamos na dinâmica destas famílias. Quando o doente é um dos cônjuges, o outro geralmente se encontra na terceira idade também, neste caso a situação é mais complexa, pois o cuidador terá que lidar com seu próprio envelhecimento, muitas vezes, antecipando o adoecimento e a dependência devido o stress. Entre o casal, questões mal resolvidas ressurgem nos momentos de conflito e desapontamento. Ressentimentos, frustrações e sentimento de culpa que não foram elaboradas no passado passam a ocupar um lugar no presente, porém, o doente não terá mais recursos para resgatar estes momentos, ao contrário, ele necessitará de atenção e cuidado e estes sentimentos precisarão encontrar outro espaço para a expressão.

Entre os filhos, os primeiros impasses consistem na decisão sobre institucionalizar o doente ou mantê-lo em casa e quem irá se responsabilizar pelos cuidados. Em relação à internação, há uma crença de que ao fazê-lo, alguns filhos acham que estarão abandonando ou mesmo punindo o doente. Porém, mesmo optando por colocá-lo numa clínica especializada, estes precisarão de supervisão e cuidado. Em muitos casos, é necessária a presença de um cuidador particular para viabilizar maior atenção aos sintomas associados ao D.A. Por outro lado, mantê-lo em casa, demanda que um dos filhos assuma o cuidado e, com as complicações que a doença acarreta, o cuidador entra em conflito com os irmãos por não suportar o cansaço e o sofrimento. Questionamentos sobre a expectativa de vida, medo de desenvolver a doença, são as preocupações mais freqüentes que notamos no relato dos familiares. A angústia ao sentir a perda do ente querido a cada dia mobiliza sentimentos intensos que, se não compartilhados, podem levar o cuidador ao adoecimento. Outra questão que percebemos no discurso dos cuidadores é sobre a inversão de papeis. Sabemos que num certo momento o portador de D.A. estará totalmente dependente dos cuidados de outra pessoa. Aquele que um dia foi provedor, o cuidador dos filhos, agora necessita de cuidados.


Na Doença de Alzheimer, também acompanhamos cuidadores e familiares que conseguem se reestruturar após o impacto do diagnóstico. Desta forma, com o alívio da angústia, transformam o convívio com a doença em aprendizado e uma última chance de aproveitarem cada momento com o portador. Esta mudança reflete também nas relações familiares favorecendo a compreensão e participação dos demais membros. Nos grupos de apoio, os participantes compartilham, aprendem e discutem situações que lhe acarretaram angústia e sofrimento. Acreditamos que é esta a força que une e potencializa os recursos de cada participante, na incessante luta com a complexidade da Doença de Alzheimer.
http://artigos.psicologado.com/

sábado, 3 de agosto de 2013

SOBRE A VELHICE

 

    “…carrego dentro de mim o que me mata. Falta-me tempo para as frivolidades, tenho nas mãos uma imensa tarefa. Como a realizarei? Vejo que a morte se apressa e a vida foge. Diante dessas duas pressões, ensina-me algum expediente! Faze com que eu não fuja da morte e que a vida não me escape. Exorta-me com relação ao que é difícil; dá-me longevidade contra aquilo que é inevitável. Vem alargar meu tempo, que é tão curto. Ensina-me que a boa vida não se mede pela duração mas como a empregamos. Acontece muitas vezes que uma longa vida não é realmente vivida”. (Sêneca) 

O jovem almeja viver muito, mas dificilmente se imagina idoso. A juventude parece-lhe eterna e raramente verá no velho diante de si o espelho que reflete a sua imagem futura – isto se tiver a sorte, ou azar, de viver muito, pois a ninguém é garantido atingir a velhice. Os jovens, em geral, sentem-se imortais, a morte parecem-lhes mais apropriada aos que chegaram à terceira idade – recusam-se a pensar na morte e nisto são acompanhados por muitos idosos iludidos com a seqüência do passar dos dias. Alguns até desdenham dos mais velhos – talvez, inconscientemente, seja uma reação de auto-proteção e de recusa do futuro que se anuncia. “Um jovem”, escreve Ernst Bloch, “pode imaginar-se como homem, mas dificilmente como idoso: a manhã aponta para o meio dia, não para a noite. Em si é estranho que o envelhecimento, na medida em que se refere à perda da condição anterior com ou sem razão sentida como mais bela, só comece a ser percebido por volta dos 50anos. Não haveria perda para o jovem que deixa para trás a criança? E não haveria uma perda para o homem quando deixa a florescência da juventude, quando o impulso se atrofia?” 

O cinquentenário parece anunciar o movimento de descida. Agora, a vida desce ladeira abaixo. Há o risco de deprimir-se diante da certeza de que a vida esvaece-se a cada dia e a morte parece mais próxima. O otimista reage fazendo de conta que a vida não passou, iludindo-se com o apego à juventude. O dito de que permanecemos jovens em espírito é um engodo. Não há como negar que o tempo passou, as marcas na face, as doenças que irrompem, as dores no corpo, a perda da vitalidade, etc., demonstram-no. “O tempo passa com uma infinita velocidade, e só percebemos bem se olharmos para trás; o passado escapa aos que se absorvem no presente, tal o modo pelo qual essa fuga ocorre sutilmente”, afirma Sêneca.

Não é preciso enganar-se, fazer de conta de que o tempo não passou, nem cair em depressão diante das dificuldades que o avançar da idade impõe. Basta encarar com naturalidade. Começamos a morrer tão logo nascemos, é a dialética da vida. Os jovens não estão isentos do sofrimento e as dores do tempo não são exclusividade dos idosos. “Mas incomoda”, dizes, “ter a morte em vida.” Em primeiro lugar, ela está sempre presente, quer para o velho ou para o jovem – e não se trata aqui de consenso surgido de uma votação. Depois, ninguém é tão velho que não possa reivindicar para si mais um dia. Um dia é um degrau na vida”. 

O mais importante na vida não é a longevidade, mas o viver bem. Chegar à velhice não significa necessariamente ter vivido mais, pois aquele que a morte abraçou em tenra idade viveu bem se intensamente. “Que importa, afinal de contas, sair antes ou mais tarde de onde se deve mesmo sair? O essencial não é viver por muito tempo, mas viver plenamente”. Pois, de que adianta ao homem, “oitenta anos passados sem ter feito nada? Ele não morreu tarde, mas ficou morrendo por longo tempo. Viveu oitenta anos, mas viveu mesmo? Importa saber a partir de quando se conta sua morte?” 

A medida da vida está em olhar para si mesmo e contabilizar não o tempo, mas as ações e as relações humanas construídas. Se olharmos para trás e sentirmos que valeu a pena viver, então a vida foi plena. Por que, então, temer a velhice? A morte não escolhe idade, por que temê-la? “É um homem muito feliz e com plena posse de si mesmo o que espera o amanhã sem inquietude. Todo o que diz “já vivi” recebe cotidianamente mais um dia como lucro”. [6] O amanhã não nos pertence! Portanto, encaremos com alegria ter vivido o que nos foi permitido. Ainda que o tempo imprima marcas indeléveis no corpo e alma que chega aos 50 anos de existência, nos alegremos por cada dia acrescentado ao viver. Afinal, a velhice tem as suas vantagens! (Por Antonio Ozaí da Silva). http://antoniozai.wordpress.com/

AOS MEUS OLHOS: A VELHICE


Realmente é o tempo que faz as canções valerem a pena. Sou uma cortesã da velhice; uma amante embriagada das rugas e das mãos trêmulas; uma cortejadora dos olhos saudosos e profundos que só o passar do tempo pode proporcionar.

Na velhice se tem menos vitalidade, mas se tem mais vida. Tem menos novidades, mas se tem mais sabedoria - sabe o velho que novidades são andorinhas de veraneios e sabedoria águia de todas as estações.

Um dia, um senhor chamado Antônio, morador do Lar de Idosos, disse-me que mesmo ali a vida valia o viver; que todas às vezes que via o sol se pôr, seu coração lhe trazia uma graça. Quando, ignorante de mim mesma, perguntei o porquê, ele me respondeu que no seu tempo pode-se apreciar o sol e aceitar o que ele traz. Poucos ensinamentos tocaram tão fundos o meu ser. Aceitar o que o sol nos traz é uma dádiva de compreensão infinita.

A velhice – quando não renegada em seu esplendor – é a aurora do completo e bom entendimento. Os olhos já estão aptos a ver as cores, por isso, pode-se melhor apreciar a aquarela dos espaços. O coração, embora muitas vezes calejado, já se mede em grande extensão, já se faz capaz de aceitar com menos sangue o latejo e com mais calmaria a angústia. As mãos, trêmulas não por desequilíbrio, mas por palpitar a dança da vida, reconhecem o apreço do toque e a nobreza da pele de um bem amado. E se as costas são curvadas é porque aprendeu com a relva a se abaixar para que as tempestades passem; e seus passos poderão dizer que sobreviveu a todas elas.

Sei que não se pode dizer que um ancião é sábio ou virtuoso devido aos anos, porém, penso que se pode dizer que é sábio e virtuoso àquele que se sabe ancião.

Quem bem aproveita dessa estação da vida, jamais poderá provar da morte sem ter plantado flores no coração dos vindouros, sem ter colhido amoras frescas de lábios admirados, sem ter feito poesia junto às estrelas, tornando-as ainda mais reluzentes. Quem comunga da experiência dos anos também comunga do firmamento. Lá, bem dentro dos seus úmidos olhos, há uma prece bendita para a sua própria alma, para a sua idéia de cosmos, para a sua morada bem decorada e reminiscente.

Há quem julgue que a minha juventude enfeita a velhice; que seja. Só sei que é nela que o Belo melhor se expressa para mim. É nos contornos da pele pálida e flácida de um velho que percebo a natureza do Tempo e sua indelével razão.

Fernando Pessoa se questiona qual a sede da alma. Tive uma boa e inesperada resposta de uma vizinha de 81 anos: “a alma tem sede de não sentir o tempo, mas usá-lo para seus sentidos”. Bem sabemos que os sentidos da alma não são os mesmos enganosos sentidos físicos, mas sim àqueles que nos fazem silenciar frente o esplendor de uma nascente ou à alvura de um amanhecer; diante ao choro de protesto ou emoção de um recém-nascido; ou mesmo quando nos deparamos conosco e vemos que crescemos alguns centímetros em nosso próprio coração. Na velhice, a fonte que se mata a sede é ainda maior. Realmente, penso que a minha vizinha tem razão, a alma tem sede de sentido para o Tempo.

E embora o mar seja grande e a vida seja breve, o velho marujo sabe bem aproveitar o recuo e o avanço das ondas, consciente que não poderá acrescentar mais dias a sua vida, mas pode dar mais vida aos seus dias.

Se a minha velhice chegar, que ela me venha velha em totalidade e rejuvenescida em descobertas; mas se me escapar, saiba ela que a amei sem prová-la, como o poeta que não viverá para ver seus versos nos lábios do próprio filho; como a amante árdua que nunca provou o gélido beijo do amado, como a gota de chuva transparente caindo no inverno, ansiosa para se ver branca, e derretida por um lampejo de sol.
(Escrito por Daniella Paula Oliveira)

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PARA VIVER MAIS E MELHOR


Leia alguma coisa animadora ao acordar.
Comece o seu dia fazendo as coisas mais importantes.
Exercite-se, você merece e seu corpo agradece.

Tenha iniciativa de fazer as coisas acontecerem.
Procure sempre o lado positivo de cada situação.
Para ver as boas coisas da vida,
deixe um pouco de lado as queixas e reclamações.
Dê um tempo para as cobranças.
Não seja tão insistente, paciência sempre tem um limite.
A culpa deve ser resolvida e anulada.

Quando necessário, não se acanhe em pedir ajuda.
Compartilhe seus problemas.
Mesmo na pior situação, sempre há algo a se fazer.
A saída sempre existe, mesmo sendo difícil de encontrá-la.
Quando o problema é enorme, nem pense duas vezes: divida-o.
Sempre olhe o problema por vários prismas.
Quando estiver muito sobrecarregado,
pare e pense: o que pode deixar de fazer.

A capacidade de sonhar deve sempre estar presente em sua vida.
Não desista com o primeiro problema a surgir.
Quando tiver uma boa idéia, registre.
Encare tudo com clareza e objetividade.
Pense também a longo prazo.
As oportunidades estão por toda parte. Agarre uma!
Mesmo quando pequenas, as vitórias merecem ser festejadas.

Todos são capazes de trabalhar e produzir algo útil, inclusive você.
Quando fizer algo, se entregue inteiramente a esta tarefa.
Liste suas tarefas: nunca confie em sua memória.
Quando começar algo, termine.
Prazos existem para serem cumpridos e negociados.
Uma promessa existe para ser cumprida.
A pontualidade é mais importante do que você imagina.

Seja importante, não necessariamente insubstituível.
Não deixe que os outros dependam sempre de você.
Para ter sucesso não é preciso pisar nos outros.
Você não precisa liderar sempre.

Estabeleça as prioridades de sua vida.
O primeiro passo para ter o que quer
é definir com clareza seu objetivo.
Um caminho a seguir deve ser pelo menos bonito.
Sempre pese pós e contras, deveres e prazeres.
O que precisa ser feito
não ficará menos trabalhoso se for feito depois.
Não se apegue em minúcias.

Enriqueça sua conta bancária
sem se esquecer de enriquecer seu espírito.
Desenvolva seu lado espiritual.
Aproveite o que você já tem. Palavra importante: reciclar.
Economize: gaste sempre bem menos do que realmente pode.
Tenha sempre a noção de onde e como gasta seu dinheiro.
Compre sempre o melhor dentro de seus limites.
Reserve algum dinheiro para se divertir.

Aprenda a cozinhar pelo menos um prato gostoso.
Faça tudo com alegria.
Tudo que é feito com dedicação deve ser valorizado.
Todos os dias faça algo de que realmente goste.
Tenha entusiasmo para viver.
Em meio a deveres e obrigações, dê uma brecha para a diversão.
Existe infinitas coisas melhores do que assistir televisão.

Quando errar, tenha coragem de reconhecer.
Nem sempre o popular é o mais correto.
Sócios devem ser fortes naquilo em que você é fraco.
Mantenha acesa a chama da curiosidade.
Seja muito bom em pelo menos uma atividade.
A prática sempre acompanha o aperfeiçoamento.
Trabalhe para tornar a vida do jeito que você deseja.
Seja honesto.

Não perca de vista as antigas amizades.
Se tem alguém que voce conhece no hospital, vá visitá-lo.
Talvez ele nunca volte para casa.
Nunca diga : "Sei o que você está sentindo",
você nunca saberá a extensão da dor alheia.
Sempre telefone antes de visitar alguém.
Quando se hospedar em casa de amigos,
não deixe vestígios de sua presença ao ir embora.
Sempre se prepare mais do que vai precisar.

Quando cumprimentar alguém,
dê um aperto de mão firme e seguro.
Só ajude quem estiver pedindo ajuda.
Quando alguém lhe pedir algo,
só diga sim se você realmente pode atendê-lo.
Não culpe se precisa dizer "não".

Não abandone você para cuidar dos outros.
Tenha tempo para os outros
desde que você tenha tempo para si mesmo.
Você não tem a obrigação de resolver o problema de ninguém.
O mundo inteiro não precisa
ser cuidado por você ou cuidar de você.

Aprenda a se relacionar melhor com os outros.
Elogie. Não há quem não goste.
Nunca tente agradar gregos e troianos: é impossível.
Respeite seus limites.
Veja as qualidades que você admira nos outros
e tente desenvolvê-las em si mesmo.

Não é proibido ou errado mudar de idéia.
Controle suas atitudes.
Faça doações. Anime quem precisa. Acostume-se a dizer:
por favor, desculpe, me perdoe e obrigado.
Quando se desculpar, olhe a pessoa nos olhos.
Trate você como você trata seu melhor amigo.
Não sabemos se estaremos vivos amanhã.
Aquele seu amigo pode ser seu inimigo amanhã.

Não olhe suas imperfeições com uma lupa.
O mundo e as pessoas são imperfeitas, inclusive você.
Você não pode ser perfeito, mas pode aperfeiçoar-se.
Pense na pessoa que você mais admira. Nem ela é perfeita.
Não gaste seu tempo criticando os outros ou a si mesmo.
A crítica é só mais uma opinião.
Não critique ninguém na frente dos outros. Seja gentil.

Para espantar o tédio, aprenda algo novo.
Não deixe o que os outros pensam limitar suas ações.
Sempre pese o que você precisa e o que você deseja.
Na correria do dia a dia,
pare um instante para fazer algo que lhe faça feliz.
Decore seu poema favorito.
Descubra o que é capaz de lhe relaxar e aproveite.
A felicidade começa a partir de você.
Pegue um dia para fazer só aquilo de que gosta.

Leia, leia, leia.
Você aprenderá mais do que possa imaginar.
Invista seu tempo em algum tipo de leitura.
O retorno é garantido.
Quando precisar fazer um discurso, seja breve.
Quando falar algo, seja coerente nas palavras e em seus gestos.
Pense bem antes de falar qualquer coisa.
Tenha bom humor: a vida fica mais fácil.
A inveja deve ser neutralizada.
Sempre seja diplomático nas situações críticas.

Esqueça o "se eu tivesse...". O passado não tem volta.
O lugar do passado é no passado.
Sentir pena de si mesmo só é perda de tempo.
Seja determinado ao enfrentar os obstáculos da vida.
Aprenda com seus erros e os erros alheios, e siga em frente.
Ninguém precisa estar sempre certo.

Diante de um problema pense sempre na pior situação,
assim você se prepara para tudo.
Dê o primeiro passo: só assim os obstáculos serão superados.
Nunca renuncie coisas importantes para você.
Não deixe as coisas se tornarem urgentes,
faça sempre um pouco em cada dia.

Elogie sinceramente quem você ama.
Dê pequenos presentes para quem você ama.
Você também merece ser recompensado:
compre um presente para você.
Escute as pessoas: elas irão adorar.
Seja uma pessoa aberta e acessível para novas amizades.
Conheça novas pessoas. Comemore suas datas importantes.

Ninguém lê seus pensamentos - por isso diga o que você pensa.
Para não se decepcionar,
nunca espere que os outros atenda todas suas expectativas.
Procure ao seu redor tudo que lhe faz feliz.
Controle sua ansiedade ou medo com muita fé e coragem.

Franqueza não precisa combinar com grosseria.
Numa discussão seja o primeiro a abaixar o tom de voz.
Em momentos de raiva, respire fundo
e dê um tempo antes de falar qualquer coisa.
Diante de uma pergunta maldosa,
rebata: "Por que quer saber?"
Uma confidência nunca deve ser traída.

Use uma foto como marcador de páginas.
Monte uma biblioteca para sua família
e dê sempre livros de presente.
Assim que seu filho nascer, abra uma conta poupança para ele.
Acompanhe seus filhos dentro de seus próprios limites.

Quem atrapalha sua vida não merece fazer parte de sua vida.
Homem ou mulher alguma merece suas lágrimas.
Não tente controlar ninguém: você não vai conseguir.
Há hora para lutar e para parar de lutar.
Sempre analise como suas atitudes afetam as outras pessoas.

Problemas familiares devem ficar
dentro da família a qualquer custo.
Nunca, jamais fale mal de sua própria família.
Os pais não precisam ser perfeitos.
Os pais não são responsáveis
pelo que seus filhos fazem ou deixam de fazer.
O tempo passado com sua família nunca é um desperdício.
Nunca se esqueça dessa palavra: gratidão.

Sua saúde nunca merece ser sacrificada.
A tristeza sempre passa.
Não vá dormir com sentimentos negativos.
Cuide de você em primeiro lugar.
Aproveite cada momento de sua vida.
Mude sua vida fazendo novos planos, simplifique.
Dê boas risadas. Tenha paciência com você mesmo.
Sua vida é responsabilidade só sua..
(http://vivalavitamensagens.blogspot.com.br/)